Quem somos?

     Somos o braço progressista do sionismo mundial. Arzenu é a voz política dos valores judaicos liberais – justiça, equidade, pluralismo e tolerância – junto aos órgãos governamentais da Organização Sionista Mundial e da Agência Judaica.

Nossa visão

     Envolver o povo judeu na responsabilidade judaica de fortalecer um sionismo centrado em Israel como Estado judeu, um estado democrático inspirado por valores progressistas.

Nossa missão

•     Fornecer a representação política junto à Organização Sionista Mundial, a Agência Judaica e as instituições correlacionadas; e apoiar o Programa de Jerusalém.
•    Promover um trabalho em conjunto entre Israel e Diáspora para ampliar no seio da sociedade israelense um sionismo que reflita os valores progressistas.
•    Expandir e aprofundar as conexões entre judeus dentro e fora de Israel e incentivar a Aliá. 
•    Ampliar as relações de longo prazo entre Israel e as comunidades da diáspora, promovendo o desenvolvimento das capacidades de jovens e adultos, para garantir uma liderança futura. 
•    Incentivar o aprendizado e o uso do hebraico como um meio de criar um senso identitário mais profundo através da nossa linguagem comum.

nossos valores

     Através da nossa representação no WZC, Arzenu trabalha por construir um Estado de Israel mais equitativo e pluralista, com uma sociedade na qual a diversidade do povo judeu seja levada em conta. Para isto, é de extrema importância que todas as denominações tenham a legitimidade para expressar a sua forma de ser judeu, com respeito às demais expressões. Questões como equidade de gênero, casamento civil, conversão, justiça social e tantas outras fazem parte da nossa militância.

     Para demonstrar como os nossos valores são colocados em prática, aqui vão algumas resoluções recentes nas quais Arzenu tem trabalhado arduamente junto ao Congresso Sionista Mundial: 

1. Pleno reconhecimento pelo governo de Israel a todas as principais correntes judaicas*, com o fornecimento imediato de apoio equitativo a todas elas. 

2. Inclusão de uma ala igualitária no Kotel (Muro das Lamentações), com uma entrada comum para as três seções. Esta nova seção deverá estar aberta ao público 24 horas por dia, todos os dias, gratuitamente. A área do Kotel deverá ser administrada em conjunto por representantes de todas as correntes do judaísmo. 

3. Adoção de uma campanha consistente contra a violência racial, que inclui o indiciamento de figuras públicas que incitam ao racismo, a implementação de programas educacionais sobre os tópicos de coexistência e tolerância e o estabelecimento de um comitê interministerial para combater o racismo. 

4. Aprovação de uma legislação que permita a liberdade de casamento e que reconheça o casamento religioso de todas as correntes, bem como o casamento civil e o divórcio. 

5. Transparência e responsabilidade pública pela gestão orçamentária da WZO, com a garantia de que todas as destinações e doações estejam em total conformidade com os princípios da missão da WZO e os princípios sionistas.

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